Eu sei, eu sei, assim que o neném nasce o leite vem. Mas muitas mulheres - várias amigas minhas, inclusive - já sentem a presença do leite durante a gestação, seja na forma de uma "massinha" branca que cobre o mamilo, seja na forma líquida mesmo, que eventualmente pinga. Meu médico explicou que isso pode acontecer já a partir da 16a. semana e conheço gestantes que antes de 20 semanas já observavam esses sintomas.
No meu caso, o peito cresceu muito e o mamilo, além de crescer, também escureceu. Mas sinal de leite ou colostro? Nenhum. Todos os dias o bico está tão limpinho e sequinho quanto antes de eu engravidar. Eu e o médico até tentamos pressionar um pouco o peito para ver se aparecia algum sinal de leite, mas nadica de nada. Ele disse para eu não me preocupar, que cada mulher tem o seu momento de "explosão" do leite e que isso pode acontecer antes do nascimento ou só nesse momento mesmo.
Não quero ficar ansiosa - para, inclusive, não atrapalhar a produção de leite, que eu sei que pode ser afetada por estresse - mas confesso que me dá uma preocupaçãozinha e um medo de me frustrar. Quero muito amamentar meu bebê! Até já estou equipada com uma série de artigos que ganhei dos avós para a amamentação: pomadinha de cicatrização dos mamilos, protetores de seio, bico de silicone, extrator elétrico de leite, recipientes de todos os tamanhos para armazenar e por aí vai. Agora é torcer para que venha em abundância e beber muito líquido!
#27semanas
Leia também: Minha placenta está se dividindo
domingo, 26 de janeiro de 2014
Como é difícil escolher o nome do bebê!
**Pessoal, por uma barbeiragem digital minha, ontem esse post e todos os comentários foram deletados, mas já republiquei tudo, para continuarmos o nosso papo. Desculpem-me pela bagunça!**
**O texto abaixo foi originalmente publicado no dia 15/01/2014**
Sou uma típica canceriana, bem sonhadoooooora. Desde mais jovem brincava de fazer listas de nomes que queria para o meu filho ou filha. Já fui aficcionada por Sofia, Bernardo e Frederico. Enjoei de Sofia e casei com um cara que não gosta de nomes muito compridos - ele vetou Frederico antes mesmo de pensarmos em engravidar. Sempre acreditei que, no dia em que soubesse o sexo do meu bebê, ele teria seu nome imediatamente.
Ainda que desde o início da gravidez eu tenha elencado nomes que acho lindos, nunca imaginei que teria dificuldades com isso na hora H. Descobri que teria um menino na 14ª semana de gestação e, depois, as dúvidas se arrastaram por semanas. Percebi que, por mais divertido que fosse pensar nas opções, a responsabilidade de escolher oooooo nome é muito grande. E se ele não gostar? E se os outros não gostarem? E se não combinar com ele?
Demorei um tempo para entender que jamais agradaria a gregos e troianos. Quando comentava as minhas opções com amigos e familiares, sempre tinha uma meia dúzia torcendo o nariz para algumas delas (não necessariamente as mesmas). Vi que teria que chutar o balde e escolher junto com o meu marido, sem me importar com a opinião de todas as pessoas ao redor.
Aí foquei, então, no fator "marido". Porque o pai, claro, tem todo o direito de querer escolher o nome também. Meu esposo, além de limitar a lista, deu várias sugestões que não me agradaram. Além disso, ao contrário de mim, ele não achava tão divertido ficar horas pensando nisso. Toda vez que eu propunha falarmos sobre o nome do bebê, ele dizia: "calma, temos tempo". Quando me vi, estava chegando na 20ª semana e não aguentava mais responder à pergunta: "e qual é o nome do bebê mesmo?".
Então dei um ultimato no papai. Sentamos e fizemos uma lista de cinco nomes que ambos gostávamos (como Inácio, Murilo, Danilo) e combinamos que, só entre nós, chamaríamos o bebê por cada um daqueles nomes durante uma semana, para testá-los. Começamos pelo número 1 da lista, um nome que aqui vou chamar simplesmente de O. E o bebê virou O para sempre! Nunca chegamos a fazer o teste com um segundo nome... Foi assim que aconteceu =)
#26semanas
Leia também: 27 semanas e nenhum sinal de colostro...
**O texto abaixo foi originalmente publicado no dia 15/01/2014**
Sou uma típica canceriana, bem sonhadoooooora. Desde mais jovem brincava de fazer listas de nomes que queria para o meu filho ou filha. Já fui aficcionada por Sofia, Bernardo e Frederico. Enjoei de Sofia e casei com um cara que não gosta de nomes muito compridos - ele vetou Frederico antes mesmo de pensarmos em engravidar. Sempre acreditei que, no dia em que soubesse o sexo do meu bebê, ele teria seu nome imediatamente.
Ainda que desde o início da gravidez eu tenha elencado nomes que acho lindos, nunca imaginei que teria dificuldades com isso na hora H. Descobri que teria um menino na 14ª semana de gestação e, depois, as dúvidas se arrastaram por semanas. Percebi que, por mais divertido que fosse pensar nas opções, a responsabilidade de escolher oooooo nome é muito grande. E se ele não gostar? E se os outros não gostarem? E se não combinar com ele?
Demorei um tempo para entender que jamais agradaria a gregos e troianos. Quando comentava as minhas opções com amigos e familiares, sempre tinha uma meia dúzia torcendo o nariz para algumas delas (não necessariamente as mesmas). Vi que teria que chutar o balde e escolher junto com o meu marido, sem me importar com a opinião de todas as pessoas ao redor.
Aí foquei, então, no fator "marido". Porque o pai, claro, tem todo o direito de querer escolher o nome também. Meu esposo, além de limitar a lista, deu várias sugestões que não me agradaram. Além disso, ao contrário de mim, ele não achava tão divertido ficar horas pensando nisso. Toda vez que eu propunha falarmos sobre o nome do bebê, ele dizia: "calma, temos tempo". Quando me vi, estava chegando na 20ª semana e não aguentava mais responder à pergunta: "e qual é o nome do bebê mesmo?".
Então dei um ultimato no papai. Sentamos e fizemos uma lista de cinco nomes que ambos gostávamos (como Inácio, Murilo, Danilo) e combinamos que, só entre nós, chamaríamos o bebê por cada um daqueles nomes durante uma semana, para testá-los. Começamos pelo número 1 da lista, um nome que aqui vou chamar simplesmente de O. E o bebê virou O para sempre! Nunca chegamos a fazer o teste com um segundo nome... Foi assim que aconteceu =)
#26semanas
Leia também: 27 semanas e nenhum sinal de colostro...
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
Um bebê mexilhão, uma confusão de cólicas e contrações de treinamento
Estou na 24ª semana de gravidez e
meu meninão mexe o tempo todo. Ele me acorda de madrugada e até já dá para ver,
a olho nu, a minha barriga pulando feito um saco de pipoca. Quando meu marido
vem dormir depois de mim, o menino faz uma festa, como se percebesse a presença
do pai. É incrível! Algumas vezes até cheguei a ficar preocupada, de tão ativo
que ele é. Felizmente, até agora não li nada problemático sobre bebês que mexem
demais na barriga.
Mas até um mês atrás eu ainda tinha dificuldades
para identificar os movimentos do bebê e diferenciá-los dos gases e líquidos
acumulados no abdômen. Na verdade, desde o início da gravidez minha vida é uma
verdadeira confusão de cólicas. Sempre soube que o útero estava crescendo, que
o funcionamento do intestino pode ser um problema na gravidez e que tudo isso causa
cólicas. Mas na hora H, fico em dúvida se a dor é uterina ou intestinal. Se as
dores forem fortes, sempre tomo o Buscopan, pois além de diminuir a dor ele
relaxa o útero – o que pode ser positivo em caso de contrações.
Falando em contrações, esses dias
senti cólicas mais fortes. Tudo bem que meu intestino não estava funcionando
direito, e provavelmente as dores vinham daí, mas vez ou outra a barriga ficava
dura, dura, dura e depois passava. Foi aí que descobri as tais contrações
de treinamento (ou de Braxton-Hicks). São um tipo de “ensaio” do corpo para
o trabalho de parto e, pelo que entendi, não ameaçam a saúde da gravidez. Claro
que conversei com o meu médico e ele disse para ficar tranquila e me preocupar
apenas se houver sangramento.
Enfim, cada dia uma novidade! Em
breve volto com outras :)
domingo, 8 de dezembro de 2013
Um ano de blog e muitas Mirelas no coração
Hoje é um dia muito especial para mim, por dois motivos. O primeiro é que completo 20 semanas de gravidez, metade do caminho a percorrer até ter meu primeiro filho nos braços. É uma felicidade muito grande constatar que foi tudo tranquilo e plenamente feliz até aqui. Tenho fortes esperanças de que será assim também nas próximas 20 semanas! O segundo motivo é que o blog O Mundo de Mirela celebra hoje um ano de existência. Ou seja, há exatos 365 dias eu comecei a escrever aqui, com a frase: "Aqui estou eu. Acabei de chegar e ainda não tenho certeza a que vim. Na verdade, não tenho certeza de nada, e por isso vim...". Naquele mesmo dia expliquei: "Perdi meu bebê, fiquei confusa e criei um blog".
Há um ano eu sentia na pele a mesma dor que todos os dias alguém vem aqui relatar. A dor do aborto retido, do Cytotec, da curetagem, da perda, da dúvida, do vazio, do medo e, principalmente, a dor da paciência (sim, ter que ser paciente às vezes dói!). Na época, sem encontrar na internet qualquer depoimento ou informação que confortasse meu coração, comecei a escrever meu próprio relato. Eu só queria desabafar, aliviar minha angústia. Mas acreditava piamente que falaria com ninguém e para ninguém (era como dar um grito imersa numa piscina). Mas eu estava enganada. Aos poucos foram pipocando comentários, sugestões, histórias e muita, muita boa energia para ajudar a me reerguer.
Esse era o espaço de uma Mirela, que agora reúne muitas Mirelas, de todos os cantos e encantos! Com 37 posts, até o momento o blog registra mais de 30.320 acessos e 380 comentários, vindos, além do Brasil, de países como Portugal, Itália, Rússia, Estados Unidos, Canadá, Alemanha, Emirados Árabes Unidos, Angola e França. Para mim, O Mundo de Mirela se transformou em uma rede de força tão impressionante, tão emocionante e tão transformadora, que entrou na lista de "boas heranças" que o bebê que perdi me deixou. Ele me trouxe tanto aprendizado, tanto amor, tantos novos valores, que tudo que vivi com ele e quando o perdi ganhou um sentido diferente.
Então, o que quero hoje, é agradecer ao universo por esse canal de aprendizado, carinho e solidariedade que entrou em minha vida e a todos vocês que me visitam, que me enviam boas energias, que compartilham comigo suas histórias, que me ajudam a ser uma pessoa melhor todos os dias. Espero que minhas palavras possam, de alguma forma, retribuir tudo isso. E que todos encontrem sua felicidade plena, como eu estou encontrando nesse momento. Grande beijo e, de novo, obrigada!
#20semanas
Leia também: Um bebê mexilhão, uma confusão de cólicas e contrações de treinamento
Há um ano eu sentia na pele a mesma dor que todos os dias alguém vem aqui relatar. A dor do aborto retido, do Cytotec, da curetagem, da perda, da dúvida, do vazio, do medo e, principalmente, a dor da paciência (sim, ter que ser paciente às vezes dói!). Na época, sem encontrar na internet qualquer depoimento ou informação que confortasse meu coração, comecei a escrever meu próprio relato. Eu só queria desabafar, aliviar minha angústia. Mas acreditava piamente que falaria com ninguém e para ninguém (era como dar um grito imersa numa piscina). Mas eu estava enganada. Aos poucos foram pipocando comentários, sugestões, histórias e muita, muita boa energia para ajudar a me reerguer.
Esse era o espaço de uma Mirela, que agora reúne muitas Mirelas, de todos os cantos e encantos! Com 37 posts, até o momento o blog registra mais de 30.320 acessos e 380 comentários, vindos, além do Brasil, de países como Portugal, Itália, Rússia, Estados Unidos, Canadá, Alemanha, Emirados Árabes Unidos, Angola e França. Para mim, O Mundo de Mirela se transformou em uma rede de força tão impressionante, tão emocionante e tão transformadora, que entrou na lista de "boas heranças" que o bebê que perdi me deixou. Ele me trouxe tanto aprendizado, tanto amor, tantos novos valores, que tudo que vivi com ele e quando o perdi ganhou um sentido diferente.
Então, o que quero hoje, é agradecer ao universo por esse canal de aprendizado, carinho e solidariedade que entrou em minha vida e a todos vocês que me visitam, que me enviam boas energias, que compartilham comigo suas histórias, que me ajudam a ser uma pessoa melhor todos os dias. Espero que minhas palavras possam, de alguma forma, retribuir tudo isso. E que todos encontrem sua felicidade plena, como eu estou encontrando nesse momento. Grande beijo e, de novo, obrigada!
#20semanas
Leia também: Um bebê mexilhão, uma confusão de cólicas e contrações de treinamento
sábado, 23 de novembro de 2013
Uma grávida na estrada: viajei para o exterior
Um dos pré-requisitos para o meu emprego atual é disponibilidade para viajar. Tô sempre zanzando de um lado para o outro, indo e vindo para São Paulo, Rio, Nordeste e companhia. A maioria das viagens é curta, de um a dois dias. Mas, depois que engravidei, passei a consultar o médico todas as vezes e até agora ele sempre me liberou para embarcar. Diz que só restringirá trabalho e deslocamentos de avião se eu tiver alguma complicação, como sangramentos ou desconforto intenso, o que felizmente não ocorreu até agora e espero que não aconteça nunca.
Mas semana passada foi diferente para mim, porque fiz uma viagem de trabalho ao exterior. Embora o médico tenha me liberado, fiquei mais receosa, porque seriam seis dias fora do país. Tudo bem que fui para um país vizinho, a poucas horas de casa, mas a ideia de estar tão longe do meu médico e do sistema de saúde que me atende me deixou um pouco aflita. Por outro lado, a empresa ofereceu um seguro-viagem bem completo, que incluía uma boa quantia para atendimento médico, inclusive em caso de gestação. Eu já estava com 16 semanas, então resolvi não pirar o cabeção e encarar o desafio com tranquilidade. E lá fomos nós, eu, meu baby e alguns colegas de trabalho.
O que posso dizer da experiência? Deu tudo certo! Não me senti mal nenhuma vez, procurei me alimentar e dormir da maneira mais correta possível - embora longe de casa seja difícil manter alguns hábitos da nossa rotina - e tivemos excelentes resultados no trabalho. Na semana anterior à viagem, meu médico retirou o uso do Utrogestan, o que acho que contribuiu muito para o meu bem-estar (o hormônio potencializava muito os sintomas, como enjoo). Também tive a sorte de estar acompanhada por uma equipe muito tranquila e atenciosa, que o tempo todo checava se eu estava bem e me deixou muito segura.
Na prática, eu estar grávida não fez diferença, correu tudo normalmente. Mas mesmo assim vale lembrar sempre que preciso respeitar meu filho acima de tudo e, antes de qualquer compromisso profissional, ele é a prioridade. Minha sorte é que ele é um bebê muito bonzinho e comportado, não dá trabalho para a mamãe =)
Enfim, a parte mais difícil dessa viagem foi a saudade que sentimos do papai. E foi justamente naquela semana que minha barriga deu uma crescida incrível. Mandei fotos todos os dias e meu marido fazia contato o tempo todo para ver se estávamos bem. Na volta, quando ele nos viu pessoalmente, ficou impressionado com as mudanças no meu corpo - o médico havia me alertado que naquele momento o crescimento seria mais rápido. Agora estamos novamente aqui, os três juntos, curtindo o dia a dia dessa fase linda. Deu tudo certo na viagem, mas nessa hora nada é melhor do que voltar para o "ninho".
#17semanas
Leia também: Um ano de blog e muitas Mirelas no coração
Mas semana passada foi diferente para mim, porque fiz uma viagem de trabalho ao exterior. Embora o médico tenha me liberado, fiquei mais receosa, porque seriam seis dias fora do país. Tudo bem que fui para um país vizinho, a poucas horas de casa, mas a ideia de estar tão longe do meu médico e do sistema de saúde que me atende me deixou um pouco aflita. Por outro lado, a empresa ofereceu um seguro-viagem bem completo, que incluía uma boa quantia para atendimento médico, inclusive em caso de gestação. Eu já estava com 16 semanas, então resolvi não pirar o cabeção e encarar o desafio com tranquilidade. E lá fomos nós, eu, meu baby e alguns colegas de trabalho.
O que posso dizer da experiência? Deu tudo certo! Não me senti mal nenhuma vez, procurei me alimentar e dormir da maneira mais correta possível - embora longe de casa seja difícil manter alguns hábitos da nossa rotina - e tivemos excelentes resultados no trabalho. Na semana anterior à viagem, meu médico retirou o uso do Utrogestan, o que acho que contribuiu muito para o meu bem-estar (o hormônio potencializava muito os sintomas, como enjoo). Também tive a sorte de estar acompanhada por uma equipe muito tranquila e atenciosa, que o tempo todo checava se eu estava bem e me deixou muito segura.
Na prática, eu estar grávida não fez diferença, correu tudo normalmente. Mas mesmo assim vale lembrar sempre que preciso respeitar meu filho acima de tudo e, antes de qualquer compromisso profissional, ele é a prioridade. Minha sorte é que ele é um bebê muito bonzinho e comportado, não dá trabalho para a mamãe =)
Enfim, a parte mais difícil dessa viagem foi a saudade que sentimos do papai. E foi justamente naquela semana que minha barriga deu uma crescida incrível. Mandei fotos todos os dias e meu marido fazia contato o tempo todo para ver se estávamos bem. Na volta, quando ele nos viu pessoalmente, ficou impressionado com as mudanças no meu corpo - o médico havia me alertado que naquele momento o crescimento seria mais rápido. Agora estamos novamente aqui, os três juntos, curtindo o dia a dia dessa fase linda. Deu tudo certo na viagem, mas nessa hora nada é melhor do que voltar para o "ninho".
#17semanas
Leia também: Um ano de blog e muitas Mirelas no coração
sábado, 9 de novembro de 2013
Rinite de gravidez: eu tive
Cada semana de gestação é uma novidade. Brinco que, se
amanhã acordar com o cabelo azul, vou ao Google buscar "cabelo azul
gravidez". Na gestação, o normal é sentir coisas anormais. Constipação,
dores, cansaço, enjoo e muitas outras coisinhas que costumam ser problemas na
vida das pessoas, na da grávida "fazem parte". E quer saber? A gente
sente tudo isso com muita satisfação, pelo bebê e pela nossa felicidade. Mas às
vezes o bicho pega...
Na semana passada, saí do trabalho para o almoço e estava um
calor danado. Quando retornei ao escritório e ao ar condicionado gelado, meu
sistema respiratório pifou. Fiquei com o nariz totalmente trancado, comecei a
espirrar e a sentir dor nos olhos. Como não sofro de nenhum tipo de alergia,
achei que era uma gripe me pegando. Mas no sábado nenhum outro sintoma de gripe
havia surgido e a constipação nasal só pirou. Meu marido, que é alérgico, matou
a charada: "isso parece uma rinite".
Nem dei bola para o que ele disse, pois nunca tive rinite.
Até descobrir que, sim, na gravidez é possível você sofrer a tal "rinite
de gravidez". Essa era a novidade da semana! Passei dois dias fazendo
inalação em casa - só com soro -, o que amenizou temporariamente os sintomas,
mas não eliminou.
Então fui ao médico e ele confirmou o diagnóstico: rinite de
gravidez, causada pela queda de imunidade que é natural dessa fase. Receitou-me
um remédio de espirrar no nariz, com uma dosagem mínima de corticoide, liberado
para uso na gravidez. Farei um tratamento de 21 dias com esse medicamento, mas
o médico alertou: "Algumas gestantes sentem isso a gravidez inteira. Nem
sempre o tratamento cura a rinite...". Veremos como será o meu caso!
Na verdade o que importante é que, tirando isso, estou ótima
e o bebê também. Durante a consulta, ouvi seu coraçãozinho no equipamento que o
obstetra tem no consultório. Foi tão bom! Como diz Rita Lee, "tudo por
amor".
#15semanas
#15semanas
Leia também: Uma grávida na estrada: viajei para o exterior
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
E deu para ver o sexo às 13 semanas e 3 dias =)
Tenho que confessar que, na última postagem, suprimi uma informação muito legal, mas foi só porque queria fazer um post especial para ela. Na semana passada, quando fui fazer o exame de translucência nucal, deu para ver o sexo do bebê! Eu nem tinha criado essa expectativa, estava só preocupada em saber se estava tudo bem com ele. E estava decidida a não perguntar sobre o sexo para o médico, pois achei que ele no máximo daria uma resposta "provável", sem certeza. E eu só queria saber quando houvesse certeza, porque meias verdades não existem, não é?
Mas antes de contar o resultado, quero lançar a questão: intuição de mãe funciona ou não? Meu médico diz que não, que já viu muitas mamães dando o palpite errado. Por isso nem me animei muito com o meu, mas tenho que dizer que eu sentia, desde o primeiro dia, 1.000% de certeza de que seria um menino. Mas, como nunca fui boa palpiteira, também sabia que poderia estar errada (rs). O curioso é que na minha primeira gravidez eu não senti nada disso, e no final aquele bebezinho não veio e nunca saberei se era menino ou menina. Mas este que carrego agora sempre me remeteu a um menino. Cheguei a me sentir culpada. "Vai que é uma menina e eu só penso 'nele'?!", pensava eu. Enfim, vamos aos fatos...
Na semana passada, poucos minutos depois de ter iniciado o exame, o médico soltou espontaneamente um "parece que é menino". Era justamente algo assim, impreciso, que eu não queria ouvir. Agora passaria um mês inteiro pensando que provavelmente seria um menino... Sem ter certeza, de que isso adianta? Porém, mais dois minutinhos de exame e o ecografista acabou confirmando: "É um menino mesmo, sem dúvida". Genteeeeeem, eu estava certa! Mas nunca saberei se foi sorte de apostadora ou intuição de mãe...
#14semanas
Leia também: Rinite de gravidez: eu tive
Mas antes de contar o resultado, quero lançar a questão: intuição de mãe funciona ou não? Meu médico diz que não, que já viu muitas mamães dando o palpite errado. Por isso nem me animei muito com o meu, mas tenho que dizer que eu sentia, desde o primeiro dia, 1.000% de certeza de que seria um menino. Mas, como nunca fui boa palpiteira, também sabia que poderia estar errada (rs). O curioso é que na minha primeira gravidez eu não senti nada disso, e no final aquele bebezinho não veio e nunca saberei se era menino ou menina. Mas este que carrego agora sempre me remeteu a um menino. Cheguei a me sentir culpada. "Vai que é uma menina e eu só penso 'nele'?!", pensava eu. Enfim, vamos aos fatos...
Na semana passada, poucos minutos depois de ter iniciado o exame, o médico soltou espontaneamente um "parece que é menino". Era justamente algo assim, impreciso, que eu não queria ouvir. Agora passaria um mês inteiro pensando que provavelmente seria um menino... Sem ter certeza, de que isso adianta? Porém, mais dois minutinhos de exame e o ecografista acabou confirmando: "É um menino mesmo, sem dúvida". Genteeeeeem, eu estava certa! Mas nunca saberei se foi sorte de apostadora ou intuição de mãe...
#14semanas
Leia também: Rinite de gravidez: eu tive
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